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Uma geração de desenvolvedores manauaras está usando tecnologia para monitorar desmatamento e conectar comunidades indígenas.
Ser jovem em Manaus em 2026 é navegar entre dois mundos: a cultura global das redes e a identidade profundamente local da Amazônia.
A seca histórica de 2024 deixou marcas. Dois anos depois, uma geração de ativistas jovens monitora o nível do rio com uma atenção que as gerações anteriores não tinham.